Notas do Trovão


04/09/2009


Escrito por Régis às 5:53 PM
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Escrito por Régis às 5:52 PM
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03/09/2009


 

 

 

FELIZ ANIVERSÁRIO. Anjos no céu tocam canções de ninar pra você.

 

Longa vida com muita saúde, muito amor, muita luz e muita paz. Você merece tudo de bom do mundo.

Escrito por Régis às 6:45 PM
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02/09/2009


Só pode dizer que em Novembro esse portão (sem trancas e sem grades) aí embaixo vai ficar pequeno pra mim. E se o Carcarah realmente for junto, como me disse, aí eu só pode ser o seguinte: Berlim, fudeu....

 

 

Brandenburger Tor - Berlin/Germain

Escrito por Régis às 8:24 PM
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NOTÍCIAS BREVES, BREVES NOTÍCIAS

 

No final de Setembro ou comecinho de Outubro (data à confirmar) estréio a minha nova peça, dessa vez além da trilha sonora, figurino e direção (cenário fica por conta da grande Juliana Fernandes) assino também o texto, chama-se SOBRE CIGARROS ACESOS E CACOS DE VIDRO, que eu sem modéstia, afirmo ser uma peça rock n roll pra caralho.

 

É com esses garotos talentosíssimos abaixo que eu vou, tenho certeza que estou muitíssimo bem acompanhado. Pena que não tenho (ainda) imagens de todos nós juntos, aquele making off dos ensaios que eu sempre faço e divido com quem tem interesse de ver. Em breve postarei aqui.

 

 A louca e doce Luciana Vitaliano, também grande Lady Singer.

 

 O sempre sereno Zé Trassi (Se alguém souber como diminuir essa foto, por favor, fique à vontade e me avise).

Wanessa Rudmer, Assistente de Direção,  Produtora, braço direito, esquerdo, olhos, voz e quetais.

 

Escrito por Régis às 5:35 PM
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AS MINHAS CONTRADIÇÕES, AUSÊNCIAS, ESPERAS E AFINS

 

Keep moving. Nada está parado. Ta tudo em movimento. Dentro e fora tem milhões de coisas acontecendo. Eu passo muito tempo sem aparecer por aqui, um pouco por falta de tempo, um pouco por preguiça, mas o fato mesmo é que eu sou relapso, ansioso e relapso, acho que nem yoga, chá de camomila ou maracujina resolvem. Nem nicotina resolve. Paz interior é algo que eu não sei o que é, já me disseram que "é influência do meu signo e do ascendente, e segundo essa pessoa, "ninguém é Áries com Áries impunemente", sei lá, talvez o cara até esteja certo. Certo ou errado ta tudo bem do mesmo jeito. E falo tudo isso, de certo modo, intranquilo, porém bem distante da intenção ou do tom de lamento. Non, Je Ne Regrete Rien.

Continuemos, tal qual um oroborus insandecido. É preciso continuar, é precisa continuar sempre...atrás do meu santo graal que eu não sei onde está ou sequer se existe.

Edith Piaf fala por mim, fala pra mim, fala por nós.

 

 clique aqui: http://www.youtube.com/watch?v=kFRuLFR91e4

NÃO, EU NÃO LAMENTO NADA

Não! Nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal - isso tudo me é igual!

Não, nada de nada...
Não! Eu não lamento nada...
Está pago, varrido, esquecido
Não me importa o passado! (2)


Com minhas lembranças
Acendi o fogo (3)
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!


Varridos os amores
E todos os seus "tremolos" (4)
Varridos para sempre
Recomeço do zero.


Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...!
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem igual!


Não! Nada de nada...
Não! Não lamento nada...
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!

 

Para os amores que foram, para os que estão pra partir e para os que não virão, o grande Nick Cave, só falta agora começar uma chuva abaixo do céu cinzento, a tarde esfriar, uma dose de conhaque e um cigarro pro dia ficar a (des)contento(amento).

 

clique aqui: http://www.youtube.com/watch?v=-MyoIiP4sDs

 

 

 

 

 

 Era você quem eu estava esperando?

 

Eu senti você vindo, menina, assim que se aproximou

Eu sabia que você iria me encontrar, porque eu estava ansioso para que você estivesse aqui

Você é meu destino? É assim que você vai aparecer?

Envolto num casaco com lágrimas em seus olhos?

Pegue o casaco baby, e jogue no chão

É você quem eu estava esperando?

 Você certamente estava se movendo na minha direção

Minha alma confortou e me fez sentir seguro

Que com tempo o meu coração vai recompensar-me

E que tudo será revelado

Então eu sentei e eu vi a idade do gelo se derreter

É você quem eu estava esperando?

 

De tristeza mundos inteiros tem sido constrídos

De grandes saudades coisas boas tem sido desejadas

São apenas poucas lágrimas, querida, deixa-as cair

Coloque a sua cabeça no meu ombro

Fora da minha janela o mundo é de guerra

É você quem eu estava esperando?

 

 

Nós saberemos ou não?

As estrelas irão explodir no céu

O, mas não irão, irão?

Estrelas tem o seu tempo, e então elas morrem

 

Há um momem que falou maravilhas que eu nunca conheci

Ele disse: Ele, que busca, encontrará, e quem bate vai poder entrar

Penso em você em movimento, e quão perto está chegando

E como cada coisa antecipa você

Em todas as minhas veias meu coração chama

É você quem eu estava esperando?

(Tradução: Nick Farwell)

 

 

Escrito por Régis às 4:12 PM
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11/04/2009


SOBRE O ESTADO DAS

Li agora pouco no blog do Mario o quanto ele se sente velho e cansado. Engraçado, ou triste, é que eu também ando assim. Ando sem conseguir disfarçar com sorrisos, goladas e tragadas meu real estado de espirito e de coragem. Tenho disposição mas me falta vontade. As coisas são assim, acontecem à nossa revelia. Sábado fiz 38 anos, parece que tenho 68. Tudo certo. Tudo caminha. Agora me posto no vazio das expectativas, vendo o bonde passar. Tô cansado. Tô cansado pra caralho, até de mim mesmo. Mas eu não acredito em nada que tenha tudo pra dar certo. Isso é o que me salva, ou me alimenta, ou me destrói. Mas uma dose por favor porque a vida segue.

Escrito por Régis às 11:00 AM
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09/02/2009


REABERTURA EXPOSIÇÃO NOTURNO por CARLAS CARAH

 

Pois é, a gente volta a atacar de novo. Abaixo um texto q o Márcião escreveu sobre a reabertura da expo. Como eu tô numa correria dos diabos, não me dei, nem se quisesse conseguiria, o luxo e trabalho de escrever algo, portanto, vou de Marcio Américo. 

 

STAND  UP  &  ROCK  'n  ROLL 

Volto ao stand up. A convite do mega empresário da noite paulistana, o Cel Tom Parker, o verdadeiro Brian Epstein da Roosevelt, Mr. Regis Thunder Man, apresento hoje meu espetáculo Humor Benigno. O lance vai rolar as 20:40 horas no Coletivo Galeria.

 

Hoje estréio alguns textos novos além dos tradicionais. Mas minha singela e rápida apresentação (devo fazer uns 20 minutos no máximo), é apenas um vislumbre do que vem a seguir: FABRICA DE ANIMAIS - a banda. Eu, pela primeira vez na vida, a exemplo que já fez Ike Turner, Roberto Carlos e Chucky Berry, farei basicamente a abertura para a atração da noite.

 

Portanto, se você tá a fim de uma boa dose de humor, versatilidade em cena, domínio de palco, texto atualissimo com pitadas de sacanagem e lirismo, não perca, claro, o show da banda FABRICA DE ANIMAIS, tu levas gratuitamente um pocket stand up comigo... meu nome é Marcio Américo.

 

Se você nao viu meu show, tem o video aí embaixo, se  quer ver novamente o FABRICA, clique aqui.

 

 

A banda Fábrica de Animais é Fernanda D'Umbra (vocais), Flávio Vajman (gaita, guitarra e rubboard), Sérgio Arara (guitarra), Rubens K (contrabaixo) e Cristiano Miranda (bateria) .

Humor Benigno é Márcio Américo (microfone)

 

COLETIVO GALERIA - 20:40 horas

Rua dos Pinheiros, 493 - Informações 8212 4541

 

Escrito por Régis às 2:46 PM
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26/01/2009


 

Jazz, porque a vida as vezes não é o bastante, e a melancolia, aliada a poesia de Espanca, me deixam mal....

Já ouvi alguém dizer, que poesia não compra sapatos, mas como andar sem poesia... e sem melancolia, sem vinho

e sem jazz...

 

Mais um cigarro por favor que eu hoje não tô pra pouca coisa. E a semana apenas comeou.

 

 

Escrito por Régis às 2:51 PM
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29/11/2008


E entre carioquices e cariocadas, continuaremos mais uma semana no Rio de Janeiro com nosso HOTEL LANCASTER. Eu gosto muito de estar no Rio, (pelo proprio Rio e por algumas pessoas que certamente estarão como a gente em 2009) mas também gosto muito de voltar pra São Paulo.  Voltar pra casa é sempre muito bom. Mas na manhã de sexta feira eu fiz, junto com meu amigo Sérgio Guizé, uma das coisas que eu mais gosto de fazer no Rio: Tomar a última cerveja da noite quando já é dia, sentado no calçadão olhando o mar. Olhar aquela imensidão azul na minha frente é uma das imagens mais lúdicas e liricas que tenho da minha infância. Quando eu vi a primeira vez o mar eu não sabia se sorria ou se ficava triste. Acho que porque eu morava no sertão nordestino, tão longe do mar e aqui ser uma realidade tão distante de mim. Essa imagem, o mar, me remete a tempos que estão longe, bem longe demais para entristecer ou acalentar. É melhor deixa-la na cicatriz da memória. E enquanto todo mundo seguia sua vida, cuidando da saúde, nós estavamos lá, no mais absoluto silêncio, só olhando o mar, cada um com seu cigarro aceso e uma lata de cerveja na mão. A última cerveja da noite olhando o mar.

 

Eu e o Guizé naquele estado etílico mais pra lá do que pra cá.

Escrito por Régis às 8:01 PM
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02/09/2008


NO JUNTAR DAS CINZAS

 

E esse deserto que se instala

Essa seara rara, o ar rarefeito

E a agonia permanente.

 

No semi-arido dos meus sonhos,

(ou seriam pesadelos?)

As fadas são putas virgens

E os gnomos, uns petits canalhas.

 

Luz, quero luz

Nem que todos os barcos retornem aos cais

E maremotos me façam companhia

E vendavais sejam maiores que nós.

 

(Régis Trovão)

 

 

Escrito por Régis às 3:34 PM
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07/08/2008


O espetáculo não pode parar, nem quando a dor se aproxima,

(quase) fazendo eu perder a calma...

Escrito por Régis às 1:36 PM
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Escrito por Régis às 1:35 PM
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04/08/2008


BEM DE LONGE UM BOLERO vai voltar....Uhuuu!!!!! Final de agosto estaremos aí....E já não era sem tempo.

 

     

Escrito por Régis às 3:05 PM
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31/07/2008


Scott Weilland
 
 
THE LAST FIGHT
(Letra e Musica:Scott Weilland)
 The Velvet Revolver
 
Time feels like I've been back in jail 
Like I was doin' time or even killed 
Spend all night on bended knee 
Just to beg for something to believe 

Left home with a pack of clothes without a family tree 

This fight could be the last fight 
No giving and no winning 
One time could be the only time 
Should we decide to end the misery 

Time heals all of the burned out bridges 
Filled with nothing more than misery 
I wear the mask of the embattled son 
Trying to beg for somethnig to believe 

Left home with a pack of clothes without a family tree 

This fight could be the last fight 
No giving and no winning 
One time could be the only time 
Should we decide to end the misery 

Break the chains of featherweights and giants 
With disdain for everlasting liars 
They'll refrain when we spit out the fire 
And start living, living, living my friend 
 

This fight could be the last fight 
No giving and no winning 
One time could be the only time 
Should we decide to end the misery 

This fight could be the last fight 
No giving and no winning 
One time could be the only time 
Should we decide to end the misery

Escrito por Régis às 2:23 PM
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