NEM BALANÇO NEM EPITÁFIO
Tô por aqui. Sem grandes preocupações ou expectativas com os tais festejos natalinos (que já se foram) ou com os brindes de final de ano. Nada a favor nem contra. Cada um cada um, e as coisas vão seguindo como devem seguir. E eu tô por aqui. Ganhei um Red Label da Déia e vou convidar alguns brothers pra matá-lo comigo aqui em casa ouvindo um som bacana. No momento tô de cerveja e Marlboro, ouvindo um Stone Roses que eu baixei do Kazaa. Puta banda fudida, eu diria que são os tios do Oasis, já que os pais são os Beatles. E tá tudo certo. Se não tivesse, também não teria problema, tô bem acostumado com as coisas que não dão certo como a gente queria. Mas não são se enganem, isso não é uma postura resignada, pelo menos não completamente, é apenas ressaca, ressaca do ano que passou, e eu tenho uma porrada de coisas pra fazer nos próximos meses que eu não posso me dar ao luxo de ficar fazendo conjecturas sobre o-que-vou-fazer-ou-onde-eu-vou-passar-o-reveillon. Quero é que a banda passe logo pra eu botar meu bloco na rua (caralho, mandei mal no trocadilho). Mas enfim, Nijinsky, daqui até a eternidade vem aí e se tudo der certo meu filho também. O resto fica pra depois.

Não, essa foto (by Silvia Andréa) não foi tirada para o consurso Caras de Eldo, é a junção de embriaguez+miopia+astigmatismo que da nisso aí, cara de Eldo. E as flores são pra Iemanjá, Oxossi, Chico Xavier, Santo Antonio e pra Déia, não nessa ordem, claro.


Leia este blog no seu celular